SE ALGUMA VEZ PRECISARES DA MINHA VIDA, VEM E TOMA-A' - 8|SETEMBRO'

SÁBADO 8 | SETEMBRO

21h30 | GRANDE AUDITÓRIO

M/12 | 105 MIN | ENTRADA GRATUITA

algures a nordeste logo

‘SE ALGUMA VEZ PRECISARES DA MINHA VIDA, VEM E TOMA-A’ 

VICTOR HUGO PONTES | NOME PRÓPRIO

 

A Gaivota, de Anton Tchékhov, é o ponto de partida para esta criação de dança de Victor Hugo Pontes, embora aqui não se trate de transpor o enredo para o movimento, ou de moldar as personagens a uma linguagem artística distinta do teatro. Um texto enquanto ponto de partida – uma das peças mais importantes da contemporaneidade – é o desafio a que o coreógrafo se propõe. O texto de A Gaivota é, entre muitas outras coisas, uma sucessão de tentativas de criação e de existência: a reflexão sobre o acto criativo é um dos pontos mais fortes desta peça de Tchékhov, e um dos que mais interessa a Victor Hugo Pontes. Depois, há a composição de enredos a partir de acontecimentos banais, o desenho das personagens enquanto seres humanos comuns e o jogo do acto criativo, numa espécie de teatro-dentro-do-teatro avant la lèttre. N’A Gaivota como em Se alguma vez precisares da minha vida, vem e toma-a, o trivial torna-se trágico, a vida comum torna-se criação.

 

Ficha artística
Direcção e coreografia: Victor Hugo Pontes
Cenografia: F. Ribeiro
Desenho de luz e direção técnica: Wilma Moutinho
Música original: Rui Lima e Sérgio Martins
Apoio dramatúrgico: Madalena Alfaia
Assistente de coreografia: Marco da Silva Ferreira
Interpretação: Ángela Diaz Quintela, António Matos, Daniela Cruz (Teatro de Vila Real), Félix Lozano, João Cardoso, Leonor Keil, Liliana Garcia (TM de Bragança), Marco da Silva Ferreira, Valter Fernandes, Vera Santos e Victor Hugo Pontes
Direcção de produção: Joana Ventura
Assistente de produção: Mariana Lourenço
Co-produção: Nome Próprio, Centro Cultural de Belém, Centro Cultural Vila Flor, Teatro Nacional São João e Teatro Viriato
Apoio Residência Artística: Novo Ciclo ACERT e O Espaço do Tempo
Apoio: Clube Português de Cinematografia - Cineclube do Porto

A Nome Próprio tem o apoio da República Portuguesa - Ministério da Cultura / Direcção-Geral das Artes e é uma estrutura residente no Teatro Campo Alegre, no âmbito do programa Teatro em Campo Aberto.